Devocional

Volte ao trabalho!

Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças.
Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor.
Então disse aos seus discípulos: ” A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita.”
Mateus 9:35-38

Observo Jesus visualizando uma multidão de pessoas apavoradas, desesperadas, desamparadas, deixadas, sofridas, detalhes que fizeram Jesus sentir COMPAIXÃO. A situação daquele povo causaram sentimentos em Jesus.
Entendo que os discípulos estavam ali na qualidade de aprendizes realmente, afinal, só podemos dar aquilo que temos, e no começo do capítulo Jesus acaba de chamar Mateus para se juntar a Ele, então, eles estavam sendo ensinados.
A colheita significa o povo.
Note que há uma necessidade: trabalhadores na colheita. Jesus pede aos discípulos que orem para o Senhor da colheita enviar trabalhadores. Eu consigo ter uma visão dos discípulos em algum momento orando por nós. Por nós. Por mim, por você e todo aquele que crê em Jesus, o mesmo  que nos enviou e disse:“Digo-lhes a verdade: Aquele que crê em mim fará também as obras que tenho realizado. Fará coisas ainda maiores do que estas, porque eu estou indo para o Pai. “João 14:12.
Há uma multidão espalhada em cada esquina. Todos os dias passam por nós pessoas como aquela multidão, desesperados, sofridos, desamparados, aflitos.
Há uma multidão de pessoas esperando que os filhos de Deus manifestem o Reino aqui.
Nós não estamos sozinhos, não devemos ter medo! Jesus deixou para nós o Espírito Santo, que além de consolador, é professor, é ajudador e está muito interessado a nos ensinar sobre a pessoa de Jesus, interessado em despertar em nós um amor e compaixão pelas pessoas.

Oro para que eu mantenha os olhos fitos em Jesus, olhando pra Ele as coisas ao redor perdem o valor. O valor da aparência o valor de sobre o que vão dizer de mim, o valor da minha vaidade. Se não sou capaz de me desfazer das minhas próprias vontades, não poderei jamais ser chamada de discípula dEle. Hoje volto minhas orações em um tom ainda mais sincero e entregue, sou parte daqueles trabalhadores. Fui constituída para esta colheita. Não poderei conviver olhando minha geração passar sem eu me levantar na qualidade de trabalhar por ela.

E você?
Espero que o Espírito Santo ministre em seu coração o mesmo que ministrou no meu: “volte ao trabalho!”.

Um abraço.

Mars

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